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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Bomba de combustível

Você pode evitar que a bomba de combustível queime tomando alguns cuidados.
1- Coloque combustível de boa qualidade, de preferencia em postos confiáveis (ou com algum selo de qualidade).
2- mantenha o tanque sempre acima de 1/4 da sua capacidade, pois é o combustível que esfria a bomba.
Importante:
Lembre-se de trocar o filtro de combustível.

Identificando se o veículo sofreu alguma batida

Na hora de comprar um carro usado é bom verificar não apenas a mecânica, mas também a parte externa. Identificar trabalhos de lanternagem e pintura pode indicar que o veículo sofreu alguma batida. Veja dicas.
1- Passe o dedo pela borda da porta. Se você perceber alguma rugosidade na superfície, é porque ela foi pintada uma ou mais vezes. Repita o procedimento nas demais partes externas: capô, pára-lamas e tampa da mala.
2 - Outra forma de identificar trabalhos de pintura é procurar detalhes de acabamento sobre os contornos do carro. Se o pintor não tiver sido cuidadoso, a pistola de pintura terá pintado alguma parte não desejada, o que denunciará o trabalho realizado.
3- Para pintar ou substituir as várias partes da lataria é preciso desmontá-las. Você pode perceber se isso aconteceu procurando sinais de tinta na cabeça dos parafusos que prendem as peças.
4- As diferentes partes que formam a lataria do carro têm placas de identificação com números de série. Se alguma parte não a possuir ou se o número não coincidir com os demais, isso pode indicar que ela foi substituída.
5- Ajoelhe na altura do pára-lama traseiro e olhe para a frente procurando detalhes de acabamento tanto nos pára-lamas como nas portas. Se tiver sido feito algum conserto, você notará alguma leve ondulação na chapa ou diferença de tonalidades da tinta.
Importante
O fato de um carro ter sido pintado não significa que você deva descartá-lo obrigatoriamente. Mas na hora de tentar reduzir o preço e fazer uma contraproposta você pode usar esse argumento.

O detector de radar

Não é difícil ver nas estradas os mais apressadinhos ultrapassarem os limites de velocidade colocando em perigo os demais motoristas. Uma prática ilegal, mas muito comum, foi o surgimento, nos anos 70, de um equipamento eletrônico especializado para auxiliar motoristas que infringem as leis a se verem livres das multas: o detector de radar. Você sabe como funciona?
1- Para entender como funciona o detector de radar é preciso saber que um radar é utilizado para monitorar e detectar objetos estáticos ou em movimento através das ondas de rádio.
2- Usado para alertar a presença de radares nas ruas, avenidas e estradas, o detector avisa o condutor do veículo sobre a distância que se encontra o objeto (radar).
3- As ondas sonoras (de rádio, de televisão, raios X, ondas de radar etc.) se movimentam no ar sob velocidade constante (da luz), possibilitando a medição da distância do objeto com base no tempo que o sinal demora a ser refletido.
4- O detector de radar detecta as ondas do radar e acusa.
5- Na maioria dos aparelhos, uma luz pisca e um bip sonoro alerta de acordo com a proximidade do radar.
6- Na medida em que o veículo se aproxima do radar, os alertas vão se intensificando.
7- O motorista, que está em alta velocidade, acima do permitido, percebe a presença do radar.
8- Com isso, o condutor do veículo tem tempo de reduzir a velocidade e passar pelo radar sem que seja flagrado e sem ser penalizado.
Importante
Segundo o CBT, o detector de radar é proibido, sob pena de multa (falta gravíssima) e retenção do veículo.

Faça uma revisão no circuito de refrigeração

Manter a temperatura do motor nos níveis corretos é vital para a vida útil da peça. Isso não depende apenas do radiador, mas sim de todo o circuito envolvido. Por isso, é importante manter todos os componentes em bom estado.
Você precisa de
Luvas de borracha
Flanelas
Chave de fenda e várias ferramentas
Escova
1- Procure vazamentos: Com o motor frio e o carro estacionado em lugar plano, de preferência onde ele fica sempre, faça uma revisão do circuito de refrigeração (mangueiras, radiador, bomba) em busca de vazamentos. Se houver manchas azuladas no chão da garagem, pode haver vazamento. Muitas vezes, os vazamentos acontecem apenas quando o carro está em funcionamento. Uma grande redução do nível do líquido de refrigeração pode apontar o problema. Use luvas e flanelas para não sujar nem machucar as mãos.
2- Tampa do reservatório do radiador: Por norma, a tampa do radiador deve ser trocada a cada dois anos aproximadamente. Mas é bom checar se a mola interna faz boa pressão (tem que estar dura; se estiver mole, é mau sinal) e se a borracha que fecha a tampa está em boas condições. Use ferramentas para isso. Se for trocar a tampa, assegure-se de que a nova tem as mesmas características.
3- Mangueiras: Elas geralmente são de borracha e é preciso checar se não estão quebradiças, moles demais ou com buracos. Se alguma delas tiver esses problemas, é melhor trocar o jogo inteiro, para não misturar mangueiras novas e velhas.
4- As abraçadeiras ajustam as mangueiras às entradas e saídas do sistema. Verifique se elas estão em bom estado (sem ferrugem) e bem ajustadas. Se houver uma folga na extremidade de uma mangueira, talvez seja só questão de ajustar as abraçadeiras.
5- Exterior do radiador: Não basta trocar o líquido de refrigeração e limpar o interior do radiador. A parte externa também é vital, já que as pequenas chapas de metal afetam a temperatura. Use uma escova e, com muito cuidado para não danificar o sistema, retire os restos de sujeira, insetos, lama, grama, etc.
Importante
Só mexa no carro com o motor frio, já que o contato com as partes quentes ou com a água fervendo pode machucar você.
Para trocar as mangueiras, é preciso retirar todo o líquido do circuito. Por isso, é recomendável fazer a revisão antes de trocar o líquido de refrigeração.

Faça a bateria do seu carro funcionar de novo

As vezes a bateria do carro perde a carga de repente. Veja algumas dicas para resolver o problema.
1- Verifique se a bateria tem água nos devidos recipientes. Se não tiver, coloque água destilada.
2- Limpe os bornes da bateria com uma esponja de aço para eliminar a ferrugem e outras substâncias que dificultam a condução da eletricidade da bateria para os cabos.
3- Verifique se os cabos estão bem fixados aos bornes da bateria.
4- Se estiver muito frio, jogue água quente diretamente sobre a bateria.
5- Se depois de tudo isso o carro não pegar, tente fazer com que dê a partida empurrando-o com a chave na ignição na posição ligada, a segunda marcha engrenada e pisando na embreagem. Depois de alguns metros solte a embreagem e acelere. O carro dará um pequeno solavanco e pegará.
6- Se este método não funcionar, você pode alimentar a bateria com corrente de outro carro. Nesses casos é útil levar os cabos de conexão adequados para fazer uma chupeta entre a bateria do seu carro e a do outro carro.
7- Você pode evitar estes passos se contar com um serviço de socorro mecânico, que possa trazer um carregador de bateria.
Importante
Não tente fazer o carro arrancar várias vezes, porque ele ficará afogado e será impossível fazê-lo funcionar durante algum tempo.